Sobre o MAB
Quem somos, o que fazemos e por que dados sobre autismo precisam existir em escala nacional.
O Projeto
Dados nacionais para tornar visível a realidade das pessoas autistas no Brasil
O Mapa Autismo Brasil (MAB) foi criado em 2021 para enfrentar uma ausência histórica: o Brasil ainda conhece pouco, e de forma fragmentada, a realidade das pessoas autistas. Produzimos dados nacionais, contínuos e acessíveis sobre território, diagnóstico, saúde, educação, renda, apoios e condições de vida.
A pergunta "quem é a pessoa autista no Brasil?" continua no centro do nosso trabalho, mas ela não se encerra no diagnóstico. O que buscamos compreender é como as desigualdades regionais, econômicas e institucionais atravessam a vida das pessoas autistas e de suas famílias.
O trabalho começou com um estudo piloto no Distrito Federal, em 2023, e ganhou escala nacional em 2025. Na primeira coleta nacional, o MAB reuniu 23.632 respostas válidas, com participação em todos os 27 estados e mais de 2.100 cidades representadas.
Independente
O MAB produz dados com autonomia técnica e compromisso público. Nosso foco é a qualidade da informação e sua utilidade para a comunidade autista, não interesses externos.
Contínuo
O MAB não é uma pesquisa pontual. Cada coleta amplia a base anterior, melhora o instrumento e permite acompanhar padrões, desigualdades e mudanças ao longo do tempo.
Da comunidade
A comunidade autista participa da construção do MAB desde a formulação das perguntas até a leitura e a circulação dos resultados. Não produzimos dados sobre a comunidade sem a comunidade.
Como trabalhamos
Método, escuta e acesso público
Coletar dados é só o começo. O trabalho do MAB inclui desenho metodológico, aprovação ética, tratamento técnico da base, leitura territorial e publicação em formatos que possam ser usados na prática por famílias, pesquisadores, gestores públicos e organizações da sociedade civil.
Coleta aberta
A pesquisa é online, voluntária, gratuita e aberta a pessoas autistas adultas e a familiares ou responsáveis.
Ética e responsabilidade
Cada edição passa por aprovação de Comitê de Ética em Pesquisa antes de ser iniciada.
Tratamento técnico da base
Os dados são limpos, tratados e analisados com critérios técnicos para garantir consistência, comparabilidade e proteção à privacidade.
Leitura territorial
Os resultados são organizados em recortes nacionais e estaduais para permitir análises mais precisas sobre desigualdades e contextos locais.
Acesso público
Os relatórios são publicados gratuitamente em linguagem clara, para que famílias, pesquisadores, gestores e organizações possam usar a informação.
Parceiros e apoiadores
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Apoiadores












